Publicado por: Bruno Nigro em: 4 04UTC Junho 04UTC 2009
Chego no trabalho um pouco mais cedo e aproveito para ler sobre o que anda acontecendo no mundo. Até aí tudo bem, nada de anormal. Porém, recebi a seguinte notícia via @bbcbrasil: Casal de pinguins gays adota filhote abandonado (…) “- Whata porra is that?” – pensei comigo enquanto engolia o último pão de queijo.
Só pra resumir, a matéria falava que cientistas whatever lá da terra do xucrutes, pegaram um ovo abandonado pelos pais (coisa que acontece normalmente na natureza) e entregou para um par de pinguins com tendências a torcer pelo Fluminense gays, depois de observar que eles tentavam chocar uma pedra (além de bicha, o infeliz precisa de óculos). Bom, vai lá… coisas da ciência. Os caras estavam preocupados com a espécie, que está em extinção, e resolveram aproveitar o fato para estudar o comportamento e whatever.
Até que eu li o seguinte parágrafo:
O zoológico chegou a providenciar quatro fêmeas em uma tentativa de levar a espécie ameaçada a se reproduzir, mas o plano foi logo abandonado depois de causar revolta entre defensores dos direitos gays, que acusaram o zoo de interferir no comportamento dos animais.
Deixa eu ver se eu entendi direito. Os cientistas estudam o comportamento dos bichos e descobrem que eles tem tendências a achar o Rogério Ceni tudibão gays e tentar matar dois coelhos (ou seriam pinguins?) com uma cajadada só, pois ao mesmo tempo que os tais ‘Z’ e ‘Vielpunkt’* (puts, também com esse nome, só restava a revolta juvenil que transforma os jovens mancebos de hoje em verdadeiros ‘Ricky Way of Life’, que curtem Fresno e Jonas Brothers) estavam tentando chocar UMA PEDRA, ou seja, querendo ter um filhote por vias que não são naturais (e chupem essa manga, é fato), o ovo que foi abandonado teria pelo menos uma chance de nascer o que ajudaria a espécie ameaçada.
Tudo lindo, mas vem um grupo gay se intrometer (ou ser intrometido, vai saber) e dizer que arrumar 4 fêmeas para tentar um acasalamento é ‘contrariar a natureza’ é um pouco demais. Salvar espécies em extinção exige todo e qualquer esforço, acima de qualquer capricho. E ninguém estava maltratando os animais para tal, só tentando fazer com que eles reproduzissem, nada mais. O tal grupo gay devia se ocupar com outras coisas mais interessantes para eles, como mais uma parada do orgulho, ver a novela mexicana favorita, aprender a coreografia de ‘La Isla Bonita’, essas viadagens… etc.
P.S.: Já posso ver os comentários mais afetados dizendo que eu sou preconceituoso, brucutu, burro, etc. E, na real, eu estou pouco me fudendo… quem me conhece de verdade sabe minha opinião e o tipo de pessoa que sou. E não é por meia conta de gaúchos que vou esquentar os miolos.
Publicado por: Bruno Nigro em: 15 15UTC Abril 15UTC 2009
“Também temos saudade do que não existiu, e dói bastante…”
(Carlos Drummond de Andrade)
Defina saudade. Não a palavra em si, mas o sentimento escroto chamado saudade. Escritores, poetas, músicos, jornalistas formados na Estácio de Sá… não importa o nível de intelectualidade do sujeito, não é uma tarefa das mais simples definir a falta que alguma coisa faz.
Podemos sentir saudade de tudo: da professora boazinha da escola, do amigão que cruzava o bairro de bicicleta com você e até mesmo do Bolota, um vira-latas que seu irmão mais novo levou escondido pra casa e acabou virando membro da família. Existem ainda as sensações que remetem a lembranças saudosistas como, por exemplo, ouvir ‘My Girl’ me lembra a minha primeira paixonite aos 9 anos. Ah, claro… saudade pode ser a coisa mais brega do mundo.

Chico Buarque canta em ‘Pedaço de Mim’ que ‘Saudade é o revés de um parto / Saudade é arrumar o quarto do filho que já morreu’. Zeca Baleiro canta ‘A saudade é um filme sem cor / Que meu coração quer ver colorido’. As definições são as mais variadas, mas todas remetem a falta de algo, a um vazio…
E quando esse vazio não tem um motivo claro? Nem um rosto, nem um cheiro definido. Está simplesmente ali, no seu peito. E você suspira por um amor que ainda não teve, por uma viagem que ainda não fez e por aí vai. Misturando culpa, anseios, marasmo e whatever, vamos cavando ainda mais o buraco. E com a mesma velocidade que veio, a saudade do que não existiu vai embora. Prometendo voltar qualquer dia desses, mas você não sabe disso e nem percebe.
Saudade bonita, se é que existe, é aquela que te desmancha num sorriso bobo, do nada. E você ganha alguns segundos de vida, um alívio imediato na correria sem sentido dos dias de hoje. Penso que no final de tudo, a graça está justamente em seguir em frente. Olhar pra trás é só um aperitivo da longa estrada da vida que não vai parar só porque você pediu.
Pense nisso. Ou não…rs
‘Diretamente do Limbo’ é uma série de rascunhos que comecei a escrever ainda no ano passado mas, por algum motivo que não vem ao caso, acabei perdendo o timming da publicação. Agora, o exercício de buscar no limbo do meu hipocampo cerebral me distrai nos intervalos de programação intensa.
Publicado por: Bruno Nigro em: 13 13UTC Abril 13UTC 2009
O sumiço do autor deste blog se deve a necessidade de ganhar mais dinheiros e, para isso, está focado numa coisinha cremosa e nerd chamada Ruby on Rails. Enquanto isso, o mundo gira entre vitórias do Flamengo, finais de semana espetaculares com a namorada e a mais recente necessidade de arranjar um novo emprego.
Eu vos deixo a minha paz e um vídeo do Youtube que tem tudo a ver como o momento, ou não:
Publicado por: Bruno Nigro em: 24 24UTC Março 24UTC 2009
Apesar de educado e cordial, eu não sou dos melhores clientes para se atender cheio de sorrisos numa loja de roupas qualquer. Como já chego na loja com o tipo de roupa que pretendo comprar bem definido na mente, dificilmente eu perco mais que uma hora procurando, para o horror das vendedoras tão simpáticas (e loucas pra bater a meta).
Se tem uma coisa que odeio é ser abordado quando eu não estou pra muito papo. Um belo exemplo é quando sou parado pelo povo corajoso que tenta te empurrar os cartões do Ibi, C&A, Leader… aliás, deixo uma reclamação sobre a maneira como fui abordado ontem por duas gurias do IbiCred. Isso é assunto para outro post, porém nunca é demais dizer que existem métodos mais eficientes e menos assustadores do que CERCAR alguém no meio da rua, e que ‘não, obrigado’ é uma resposta mais que suficiente.
Voltando ao assunto, eu definitivamente virei fã dos produtos do Camiseteria. A qualidade das camisas, os designers inspirados e o bom senso na votação que escolhe quais estampas vão sair do monitor para as camisas, formam a tríade que me fez adotar o site como principal referência na hora de descolar aquela camisa legal, que combina com quem está sempre de jeans e All Star ou qualquer outro tênis.
Levando em consideração o tempo que o site está no ar, ainda me admiro que algumas pessoas não o conheçam. Outro dia, quando minha última aquisição chegou lá no trabalho, passei alguns minutos falando sobre como funcionava o negócio, os destaques dado pela imprensa, web 2.0, enfim… fui além de só indicar o site, eu vendi a idéia que eu mesmo comprei e continuo comprando.
O mais legal para mim é não precisar encarar vendedores, quando tudo o que quero é não demorar muito para escolher uma camiseta bacana, com personalidade, não tão comum como as da C&A e cia. Entre tantas outras vantagens, a que mais gosto está em não precisar dizer a frase ‘estou só dando uma olhadinha’.
Vale a visita para quem ainda não conhece!
Se quiser me achar por lá, basta acessar o meu perfil.
Publicado por: Bruno Nigro em: 23 23UTC Março 23UTC 2009
Passando aqui para tirar a poeira do blog, e nem tive tempo de escrever um texto decente, engraçado. Fuleiragem, mas acontece que eu tenho boas desculpas e creio que todo mundo que está tão ou mais atarefado quanto eu, me compreenderá. Falo como se milhões de pessoas parassem pra ler o que escrevo né? Pelo menos nunca escondi que tinha alguns probleminhas mentais, certo?
Então, como eu ia dizendo. Desde minha atualização aqui muita coisa mudou: troquei de emprego, paguei dívidas, arrumei novos projetos, perdi o trilho em outros e, pasmem, até arrumei uma namorada! Agora, cá estou eu tentando organizar tanta informação e voltar a normalidade. Se é que a palavra ‘normal’ pode ser usada quando me refiro ao meu blog, ou melhor, a qualquer projeto meu.
Quem sabe agora, com o tempo limitadíssimo para postar, eu não aprenda finalmente a ser sucinto!? Tô achando que é uma habilidade que vai ser muito útil daqui pra frente. Quando eu precisar terminar layouts, postar minha coluna no Flafa, ensinar o Azeitona a não latir depois das 2 da manhã e trocar um cafuné com a namorada. Enquanto isso o Twitter bomba, e o povo reclama de post-pago do Marcelo Tas, e eu que só queria receber uns links legais, acabo me divertindo mais do que devia por lá. Gastando ainda mais tempo, olha que lindo!
Falando nisso, sigam-me os bons! =D
Volto em breve, vai nem dar tempo de sentir falta (jura?). Enquanto isso, olhe para pessoa ao seu lado, encha os pulmões, abra um sorriso e repita essas palavras: CARA CARAMBA CARA CARAÔ.
Publicado por: Bruno Nigro em: 19 19UTC Fevereiro 19UTC 2009
2009 vai ser ano vou concluir alguns projetos que arrastei durante algum tempo. De onde veio a motivação? Bom, eu penso o seguinte: se o mundo for realmente acabar em 2012, eu tenho 5 anos pra fazer alguma coisa que me deixe rico. Nada como curtir os últimos anos do planeta por cima da carne-seca.
Com a conta bancária no azul, tudo pode acontecer. Fica-se muito mais bonito, simpático e interessante. Aquelas mulheres que antes te tratavam como um Zé Ninguém,vão descobrir o cara legal que sempre morou dentro de você, mas que elas nunca tinham prestado atenção.
Desde que você não se incomode com o fato de que todos irão virar teus amigos, e todas as pernas portas irão se abrir só porque você tem alguns zero à direita a mais no extrato. Ser podre de rico tem sim as suas vantagens, entre elas, a de poder comprar tudo, inclusive amor. E se você ainda não está entendendo porra nenhuma até o momento, continue visitando o Bloguice Ácida!
Não, isso não deve te ajudar em nada mas, provavelmente, você vai rir do lado pitoresco da vida bandida. =)
Publicado por: Bruno Nigro em: 15 15UTC Janeiro 15UTC 2009

Estive em Recife no final do ano passado, logo depois que saí (ou ‘fui saído’? Ah, sei lá…) da Dufry, e aproveitei para conhecer meu sobrinho que nasceu em abril passado, ou maio… alguma coisa assim. Não me tratem como um tio desnaturado, adoro crianças! Acontece que entre gostar muito do meu sobrinho e odiar Recife, o segundo item sempre se destaca.
A cidade continua a mesmíssima coisa, exceto por algumas alterações bizarras no trânsito. Confesso que ainda não entendi porque diabos colocaram uma grade no meio da Conde da Boa Vista (dizem que foi para reduzir os assaltos), mas taí… isso não tem nada a ver com o assunto. É só aquela famosa enchida de linguiça (com ou sem trema, moço?) pra criar um clima, sacoé?
Uma das poucas coisas que gosto naquela terra, além dos grandes amigos que fiz por lá, é o Paço Alfândega e a Livraria Cultura. Essa última é responsável pelos maiores investimentos literários dos últimos 5 anos, ou, numa versão mais ácida das coisas, já queimei grana pra caralho ali com cd, dvd, livros e um capuccino sensacional que é servido. Vale a visita, fica no Recife Antigo.
Além de comprar o álbum de estréia da Mallu Magalhães e o ‘All Together Now‘, que é um documentário sobre como foi concebido a idéia e do espetáculo ‘LOVE’ do Cirque Du Soleil, desde a idéia original do George Harrison, passando pelos ensaios, a visita de Paul McCartney aos artistas do Cirque antes da estréia. Depoimentos emocionantes de Olívia Harrison, Ringo Starr e toda seu humor bem característico, a mala da Yoko Ono, enfim… é uma excelente dica para quem gosta de Beatles e do Cirque.
Porém, a grande aquisição foi o box dos Trapalhões. São nada menos que 10h com uma seleção dos programas que passaram na Globo durante os quase 30 anos que ficaram no ar. Desde os primeiros, quando ainda eram feitas muitas cenas externas em cidades cenográficas, até os últimos quando o Zacarias já havia morrido. Além dos extras, o clima nostálgico é presente a todo mundo e o próprio Renato Aragão fala sobre isso em um dos conteúdos extra.
As clássicas paródias musicais estão presentes, algumas com um teor crítico-social, outras marcantes como ‘Papai, Eu Quero Me Casar’, de 1981! Eu nem era nascido quando o Didi ainda era engraçado:
Falando nisso, bem que a Turma do Didi podia dar lugar às reprises dos verdadeiros Trapalhões. Aposto que a Globo ia faturar muito mais, confesso que é triste esperar por aquela tortura de 30 minutos acabar para ver o filme de domingo, antes do futebol… tira até a fome.
Como comparar, por exemplo, o Jacaré totalmente sem graça, com o Mussum vestido de peruca loira, vestido verde e sapato prata, sambando… é ingenuamente tosco e, por isso mesmo, muito engraçado! Por mais que não tenha sido intencional (ahan, sei…), é uma comparação inevitável.
Eu ainda prefiro os Trapalhões originais, e vocês?
Publicado por: Bruno Nigro em: 6 06UTC Janeiro 06UTC 2009
Dando um tempo na atualização do Bloguice para, finalmente dar um tapa no meu novo ‘blogfólio’. Afinal, é muito mais fácil fazer adaptar um template para o WordPress do que inventar a Roda 2.0. E ter todo esse trabalhão só para mostrar meus trabalhos e descolar uns jobs com grana em anexo, certo?
Chupem essa manga enquanto isso! =)
Publicado por: Bruno Nigro em: 5 05UTC Janeiro 05UTC 2009
Para ler ouvindo: “Stand By Me“, do álbum “Lennon Legend: The Very Best of John Lennon“.
Não pretendia que o segundo post do ano fosse, de certa forma, inspirado por um acontecimento tão triste. Mas, quando você toma conhecimento de alguém tão jovem (que não bebia, não fumava e que tinha uma vida normal) acaba de falecer, não tem jeito, é PRECISO colocar pra fora algumas coisas. Não movido por um sentimento mórbido de ‘ah, coitadinha… tão nova’, muito pelo contrário.
Movido por um sentimento que, a medida que crescemos e aprende outros valores na vida, todo mundo esquece do quanto somos pequenos. Esquecemos que nosso tempo aqui nisso que chamamos de ‘vida’ é só um suspiro quando comparado a história da humanidade inteira. Esquecemos que o carro do ano, o apartamento de frente ao mar e os trocados suados na conta bancária vão ficar aqui se, num repente, a nossa vida escapar num suspiro e deixar de existir.
Somos imediatistas, ávidos por conquistas e não estamos errados ao agir e pensar dessa forma. Foi isso que garantiu e garante a nossa sobrevivência por aqui. A nossa incrível capacidade de criar as soluções mais modernas só para garantir mais alguns minutos por aqui, para conquistar mais coisas; coisas que vamos deixar aqui, mas que enquanto tivermos força nos braços para conquistá-las, nós vamos querer! E, hey! Estamos certos!
…18 anos, e de repente, a viagem pra Europa, pra Disney com a grande amiga se transforma num sonho unilateral. A gratidão pelo ouvido amigo sempre presente vira história pra contar; as risadas, conquistas e perdas, tudo isso, vira só uma página abandonada no Orkut. Um contato no MSN que não vai mais ficar online… Vejam como são insignificantes tais rabiscos mentais que faço agora!
Mas, pensem comigo: por que será que só damos atenção a esse detalhe, a brevidade da vida, quando uma delas é ceifada do nosso lado, tão absurdamente do nada. Ela não era minha amiga, e sim uma conhecida de shows perdidos de rock n’ roll. Não se trata de uma despedida (nunca disse ‘oi’ para ela, logo), mas apenas um reflexo das minhas conclusões a respeito de algumas coisas.
Será que precisamos ter tanto medo de viver? Tanto medo de se apaixonar e de respeitar o próximo, mesmo que e o próximo venha te decepcionar lá na frente? Será que respeitar a diferença de raciocínio em favor da amizade mais sincera é um erro? Será que vamos chegar muito longe dando mais atenção ao mundo seguro do nosso umbigo… e não ao universo ao nosso redor? Pensando assim, eu me vejo como ‘the fool on the hill’: não tenho medo da vida, tenho medo é de viver pela metade ou pior, de não viver.
Nessa minha aparente confusão mental, torço para que descanse em paz e aproveite a viagem… qualquer plano superior é melhor do que esse que chamamos de vida. Mas isso é o que temos nas mãos agora; e no manual de instrulções diz: ‘Com ou sem moderação, tanto faz… viva a sua vida!’ – será que realmente a grama do vizinho é mais verde que a nossa? E, se for pra dividir, que tal se pelo menos for em partes iguais?
…e tudo isso vale inclusive para quem escreveu esse texto: um cara individualista aparentemente irremediável, mas que no fundo é só mais um na mesma fila, indo para o mesmo lugar.
Publicado por: Bruno Nigro em: 2 02UTC Janeiro 02UTC 2009

Resolvi que hoje era um bom dia para ‘retomar novamente os trabalhos’ aqui no Bloguice. Não é promessa de ano novo, nada disso. Até porque, se eu fosse cumprir todas as promessas relacionadas a esse blog, certamente precisaria de mais um mandato. E como isso aqui não é uma democracia: ‘lá vou eu, lá-vou-eu…’
Resolvo escrever enquanto ouço Beatles (grande novidade, hein?), Abbey Road… e logo aos primeiros ’shoot me’ cantados por John e abafados pelo Hofner de Paul, eu me lembro do quanto eu li nesse ano que se passou, ao todo foram nada menos que 13 livros. Nunca parei pra contar quantos livros eu leio por ano, mas 2008 foi com certeza um ano no qual eu ampliei meu leque de boas indicações literárias, ou não. Nego anda tão metido a ‘intelectofucktoall’ que 13 livros é coisa de analfabeto… ‘leio isso no café da manhã de uma semana’, irá dizer um sujeito P.I.M.B.A.
Como já disse, não irei falar de promessas e muito menos fazer outras. Pra ser honesto, eu não confio em gente que promete as coisas justamente na virada do ano, quando o teor de álcool no sangue cresce exponencialmente! Ora, vamos ser realistas! Você promete que vai levar a academia a sério, que vai parar de fumar, de beber, de dar a bunda (sim, existe gente que promete isso e depois se veste mulher no carnaval e vai brincar com o Negrão da Bola Preta)… mas, sob o efeito da maldita, é claro que isso vai virar lenda. Ok, tem gente que cumpre algumas promessas, mas são raros.
Eu, particularmente, estou torcendo para que 2009 seja muito melhor que 2008. E se tem uma coisa que vou aprender é gastar meu cada vez mais suado dinheiro de um jeito interessante. E o melhor jeito de começar isso é arranjando uma namorada fixa! Faz as contas aí… quanto você gasta numa night pra bancar o malandróvsky pra uma mocréia e ainda corre o risco de ir pra casa com o pau na mão? Nem, me venha dizer que é mais um discípulo do Cafa e que se dá bem sempre… além de ser mentiroso pra caralho, é o típico papo de quem não pega nem resfriado tem algum tempo.
Ah! Vou trabalhar e trabalhar e trabalhar… a idéia é ficar rico (me deixa sonhar, porra!) até o meu aniversário! Que aliás, devo comemorar na ilustre ‘Festa do Estica e Puxa’ da Four by Four (detalhes e flyer em breve, só pros chegados da diretoria, rá!), lá onde a gente zoa, tem whisky, RedBull e muita mulher boa… só não vou falar que vai rolar o adultério pois tenho amor e orgulho das minhas bolinhas. E muitos aqui não sabem o que uma mulher furiosa pode fazer com elas.
Ano novo… é o nooooovo! Mas taí, vai ser divertido!